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Os primeiros ocupantes do Algarve foram comerciantes e intendentes do Estado que estabeleceram as suas colónias na costa. Bons exemplos são os Fenícios e os Cartagineses que viveram durante muito tempo apenas dos recursos da costa algarvia.
Um facto muito importante na história do Algarve foram os cinco séculos de ocupação Árabe, visíveis na arquitectura da região (chaminés trabalhadas e azulejos, por exemplo) e o nome de muitas regiões algarvias começadas com 'Al'.
O Algarve foi, em tempos, parte da província Romana da Lusitânia, passando mais tarde para a jurisdição dos Visigodos. A presença Romana deixou vestígios em Milreu, Faro, Boca do Rio e Vilamoura.
Em 711, Tarik ibn Zyad passou o Estreito de Gibraltar e derrotou o rei dos Visigodos. Em 712 Abd Al-Aziz Ben Mussa conquistou o "Gharb Al Andaluz". Andaluz significava terra dos vândalos e Al-Gharb, o Oeste.
Após muitas batalhas, o Algarve foi reclamado pelos Cristãos. Desde 1249, e até à proclamação da República, os monarcas portugueses eram intitulados "Rei de Portugal e dos Algarves".
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